
(Imagem retirada daqui.)
Marcos Antônio, presidente do IERC-RN (Instituto de Educação e Reabilitação de Cegos do Rio Grande do Norte), afirma que o problema da inclusão social está na falta de educação das pessoas e da cultura da sociedade que até para tratar um mesmo assunto, utiliza-se de diversas nomenclaturas. Ele informou que o importante seria simplificar a forma de tratamento para que todos tenham o mesmo direito. “O deficiente não é uma pessoa que se precisa rotular, pois somos iguais as outras pessoas, o que difere são as nossa limitações” acrescentou.
Quando questionado sobre a acessibilidade em Natal, Marcos Antônio informou que muita coisa já tem melhorado, entretanto a remoção de barreriras arquitetônicas não é apenas uma necessidade para o cego, mas sim para todo natalense. Ele lembrou que em 1988, instalaram em Natal um semáforo sonoro para atender a necessidade dos cegos, mas o som acabaria se tornando incômodo para os moradores que residiam próximo ao local, ou seja, o que deveria ser uma solução, acabou se tornando um problema.
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